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HIPOTERAPIA OU EQUITAÇÃO PARA FINS TERAPÊUTICOS

LIANE SANTOS 
A equitação com fins terapêuticos usa o cavalo como meio de intervenção para com o utente. A sua utilização visa promover melhorias físicas, sociais e psicológicas, além da componente educativa, de formação e também de prazer.
São vários os benefícios da hipoterapia, entre eles, melhoria do equilíbrio, mobilidade, coordenação, tónus, postura, orientação espácio-temporal, noção de direcção/lateralidade, aumento da confiança, autonomia, a concentração, memoria, percepção auditiva, comunicação, melhoria da postura, mobilidade, coordenação, força, energia.
Academia Equestre da Tânia Barandela

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É necessário um amplo conhecimento do cavalo, como cuidar do mesmo, os seus andamentos (passo, trote, galope), a frequência do passo (antepistar, sobrepistar e transpistar), os movimentos decorrem com os diferentes andamentos (plano vertical, plano frontal, plano longitudinal).
Para além disso, é necessária algumas instalações para o decorrer da terapia, um centro hípico, com um campo aberto, picadeiro, rampa de acesso, escada, elevador para transporte/elevação do utente, equipamentos específicos para o cavalo (manta, silhão, estribos, rédeas, etc.) e equipamento específico para o cavaleiro (botas, toque, calças apropriadas, etc.).
Para a terapia, é necessário, um monitor de equitação, responsável pelo cavalo, um/dois terapeutas (caso seja necessário backriding) e o utente. Além disso, não se deve esquecer material de apoio para a sessão, além dos falados anteriormente, também bolas, arcos, instrumentos, cones, cartões, espelhos, etc.
A hipoterapia está indicada para:
· Paralisia Cerebral;
· Déficits sensoriais;
· Atraso no desenvolvimento;
· Síndromes neurológicos;
· Acidente vascular cerebral;
· Traumatismo crânio-encefálico;
· Sequelas de processos inflamatórios do sistema nervoso central;
· Lesão raquimedular;
· Autismo;
· Trissomia21
· Deficiência mental;
· Dificuldades de aprendizagem;
· Alterações do comportamento;
Por outro lado, está contra-indicada para:
· Alergia ao pêlo do cavalo;
· Hiperlordose;
· Subluxação da anca;
· Instabilidade atlantoaxial;
· Escoliose estrutural acima de 40º;
· Osteoporose;
· Osteogênese imperfeita;
· Hemofilia;
· Hérnia de disco;
· Doença de Schuerman;
· Cardiopatia grave.

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