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VI CONCURSO BIRD MAGAZINE NO FACEBOOK

VI CONCURSO TERMINA AO LIKE 8.008
A oferta de livros regressa à BIRD Magazine, desta vez o romance de Jorge Nuno, “As Animadas Tertúlias de um Homem Inquieto”. 
De certa maneira, a obra sustenta-se na frase de William James: “A grande revolução da nossa geração é a descoberta de que seres humanos, modificando as atitudes interiores das suas mentes, podem modificar os aspetos exteriores das suas vidas”.
Desafio: Até ao like 8008 encontra-se a decorrer o VI Concurso BIRD no facebook. Terá de criar uma frase original, até 3 linhas, que envolva “MODIFICAÇÃO DE ATITUDES INTERIORES” e “BIRD Magazine” e enviar por mensagem privada para o facebook da BIRD. Participe e convide amigos. 
“O interesse principal desta obra (…) é que parece remar contra uma certa “futilidade” que invadiu os “média”, gerando uma consciência crítica para quem os utiliza e ao mesmo tempo vislumbra uma luz “ténue” ao fundo túnel contra a tristeza, descrença e desânimo. [Este livro] acrescenta ”mais valia” relativamente a muitas pessoas que hoje passam por tempos difíceis, mas que, apesar de tudo, se recusam a fechar a janela da esperança, pois crêem que algo terá de mudar. Para tal, ter-se-á que definir outro paradigma de vida que encare o homem não unicamente em função do lucro fácil, mas enveredando pelo gosto de outro caminho mais libertador através da arte, escrita, teatro, música ou novas formas de expressão geradoras de felicidade.”
“A presente história de ficção é uma história simples, de gente simples e decorre na ambiência turbulenta de uma sociedade em ebulição, sujeita diariamente a transformações. Retrata a forma de ser, estar, pensar e agir de um pequeno grupo de pessoas, tendo como personagem central um desempregado de longa duração, rodeado do seu núcleo de amigos. Neste seu micromundo, sente-se o “nevoeiro da informação” e o ar pesado, que lhes turva o raciocínio e a sua dificuldade em adaptar-se, num misto de aparente ignorância e sentimentos de incerteza, ansiedade, frustração, insegurança e impotência. Assim, continuam a fazer as suas rotinas de lutas diárias pela sobrevivência, com as suas ilusões e desilusões, a espera e o desespero, os seus momentos de humor rasgado ou avinagrado em tempo de angústias, perante cenários ameaçadores de falta de esperança numa existência condigna.
Vale o tempero do convívio e o seu salutar envolvimento em atividades de cariz social e cultural, com a alegria de viver contagiante de uns a atenuar a carga de outros.

Realce para a necessidade de esperança em dias melhores – a tal que é sempre a última a morrer – e que pode provocar transformações na vida individual e coletiva se o homem souber e quiser iniciar a sua transformação interior.”

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