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REDES SOCIAIS … E A INDIFERENÇA DE MUITOS DOS UTILIZADORES

LÚCIA LOURENÇO GONÇALVES
Atingir os 5000 mil amig@s. O máximo! Mas depois, e porque é impossível dar atenção a tod@s, a interação faz-se apenas com uma pequena percentagem e, ainda assim, muitas vezes interagir significa apenas “gostar” de um ou outro post… E, por vezes, comentá-lo!
Claro que há exceções e @s 5000 mil amig@s traduz-se em muit@s fiéis seguid@res! Mas essas exceções dão-se principalmente com os internautas, que fazendo das páginas profissão, lhes dedicam o seu dia, ou grande parte dele.
As redes sociais podem ser sim, um bom veículo de promoção e / ou comunicação, mas quanto a isso desengane-se quem pensa que apenas por ter milhentos amig@s vê o seu “produto”, catapultado para o sucesso!
Contudo, às vezes pergunto-me se existe a noção que cada “gosto”, mas principalmente cada comentário e / ou partilha de determinada publicação, pode difundir a informação a níveis bastante elevados.
Claro que a vida pessoal de cada um e, também uma grande falta de altruísmo leva a que, a menos que haja algum tipo de interesse, os post passem ao largo… ou antes, sejam completamente ignorados! E acreditem, não é por responder a um “bom dia” ou “boa noite”, ou simplesmente clicar no botão “gosto”, que vai diminuir o protagonismo de ninguém!
Pela minha parte, sigo várias páginas: umas pelo seu conteúdo, outras pelo afeto que sinto por quem as administra (porque fazem parte das minhas relações pessoais), algumas apenas porque sim… E sempre que um post me desperta a atenção, não tenho problema algum em “gostar” e até comentar se achar que devo, ou se para tal, tiver tempo.
Também sempre que me é possível, passo pelo “Feed de Notícias” e deixo “gostos” e comentários…. Afinal, que perco em demonstrar consideração pel@s amig@s, ainda que virtuais?! Uns segundos… uns minutos?! Que é isso, comparado com o prazer de sabermos que alguém ficará satisfeit@ e valorizad@? Se me perguntassem porquê? Devolveria a pergunta: porque não?!
Para lá do monitor existe uma pessoa real, com sentimentos reais e afinal, as redes sociais passaram a fazer parte da sociedade, logo um meio de dar e receber…
E neste sentido, se tod@s fossem um pouquinho mais solidári@s… as redes sociais cumpririam, de facto, a sua função de “Aldeia Global”!
Da forma que estão a ser utilizadas e, se transportarmos este quase “cada um por si” para a vida real, temos o mesmo quadro da vizinhança que, ou baixa os olhos e finge que não vê, ou com cara fechada ou ainda sonolenta, se limita a um cumprimento rápido e sem emoção, quando acidentalmente se cruza com o vizinho mais próximo.
No meu ponto de vista, que vale o que vale… É lamentável!

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