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O VALOR DA VIDA HUMANA

ANTONIETA DIAS
Quando penso no valor da vida humana cujo bem e inestimável não consigo entender os fenómenos que levam a sua destruição. 
O valor da grandeza e do quanto é preciosa a vida humana torna-a sagrada e inviolável em todas as suas fases e situações.
Cabe a Deus e não ao Homem decidir quando e como ela irá terminar.
A Bíblia refere que Deus e o único Senhor da vida e da morte.
Não pertence ao Homem apropriar-se da vida e da morte e assumir ou determinar o seu destino.
João Paulo II descreveu” A vida do Homem provém de Deus, e dom seu, e imagem e figura dele, participação do seu sopro vital. Desta vida, portanto Deus e o único Senhor: o homem não pode dispor dela. “
A única forma de preservar o direito à vida e mantê-la na mão de Deus.
Respeitar e tratar o ser humano desde a concepção representa um princípio universal e fundamental cujo direito e fundamento traduz o amor pela origem da vida. 
Não é uma questão filosófica, não é uma questão política, muito menos uma tentativa de resolver a carência da inoperabilidade e da sustentabilidade de um sistema que tenta arranjar soluções injustificaveis através de métodos que visam alienar a vida. 
O risco e a ignorância de transferir para o Homem os destinos da vida conduziria a liberdade humana a cálculos e previsões matemáticas frias, muitas vezes cruéis, desprovidas de sentimentos onde a “escolha “não dependeria do amor pelo Homem.
Se é verdade que a luz se desenvolve pelo saber, esquecer esta realidade é negar o sustento da vida. 
A nossa vida tem alma necessita de verdade, de princípios, de conexões, de influências, de inteligência, de energia positiva e sobretudo de compreensão e ideias que transformem a beleza da vida humana na obra prima cuja beleza traduz maravilha, arte e técnica criadora demasiado perfeita para pertencer a uma sociedade determinista que se abstém do poder Divino. 
Sendo a inquietação imperfeita dos homens com ideias feitas que tentam reger o mundo, cuja realidade se afasta de forma clara de Deus, mais complexa e apreensiva se torna ainda a ideia de que o nosso poder pode ultrapassar os valores e a preservação da vida humana.
Importa, ainda referir, que não existem determinações para as pessoas cuja existência não se baseia em ideias abstratas, desprovidas de lógica, de sentimentos, de representações dinâmicas onde o Ser é composto de corpo e alma cujos princípios e fins não podem ser aparentes, irreais, disfarçados e muito menos escondidos. 
Não é, portanto, a escolha voluntária de quem não teve o privilégio de aceder à luz que tem a possibilidade, mesmo que seja consentida de transformar a essência Divina, no limite temporal da qualidade da nossa representação ou imaginação de simples seres humanos.
Mesmo que tentemos passar a mensagem de que o que deixamos não nos faz sofrer e que a nossa vivência se baseia na dor da saúde que nos falta não nos podemos esquecer que não nos foi transferido o poder de decidir sobre contra a vontade do Deus Criador.

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