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Cidadania e Sociedade

O PODER DO NATAL

Todos os anos, sempre que chega o mês de dezembro começa a contagem decrescente para as épocas festivas. Apesar dos 31 dias que fazem parte de todo o mês de dezembro, este parece resumir-se ao dia 25, não fosse ele tão famosamente aclamado como o mês do Natal. Desde crianças que fomos habituados a esperar pelo último mês do ano e a sonhar com o Natal, nem que fosse pela expetativa de abrir os presentes. Mas afinal que estranho fenómeno é este que avassala este mês? Já pensaram nisso? Envolvidas pelo calor das luzinhas que decoram as ruas, sensibilizadas pelas várias campanhas de solidariedade que dominam a época e enternecidas pelas publicidades emotivas o comportamento das pessoas parece mudar. As pessoas oferecem presentes, reúnem-se em jantares de convívio, participam em missões de solidariedade, tornam-se mais compreensivas, adotam um comportamento que não têm nos outros meses do ano. Já se perguntaram porque será que isto acontece? Porque não pode este comportamento estender-se aos restantes 11 meses do ano? E como seria as nossas vidas sem Natal? Trata-se de uma verdadeira missão impossível, digna de intervenção cinematográfica, pois esta época está de tal forma enraizada na nossa cultura que nenhum agente infiltrado conseguiria imaginar um ano sem Natal. Seríamos nós seres mais gélidos, frios e insensíveis se o final do ano não fosse preenchido pelo nascimento de uma menino há milhares de anos atrás? Será esta a magia de Natal que todos falam? Nesta crónica e fazendo alusão à época não pretendo dar respostas, aproveito para apelar à reflexão de todos

Um bom Natal e um feliz ano novo.

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