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A PRIMAVERA VEM À BICA

Terceira sexta-feira de Março, a primavera bem à bica. Quase aí, com o seu renovo, a sua opulência, as suas esperanças sem limite, ainda mais com a ânsia de um sol que nunca mais aparece.

E um novo projecto no âmbito da BIRD Magazine. Mais arejado, inovador, diferente.

Absolutamente pertinente.

Está, desde logo, de parabéns, o grande mentor de toda esta iniciativa, o jornalista Ricardo Pinto, que, de Amarante, lança novas luzes de cultura, reflexão e de informação para todo o mundo, através dessa galáxia que é a www (world wide web).

Do contacto com o projecto, ao longo deste frutuoso tempo, só posso multiplicar palavras de apreço, reconhecimento e admiração, pelo contributo que tem sido dado para o esclarecimento, para a opinião, para o exercício da liberdade criativa em tantas áreas quantas as que integram o blogue, e que são múltiplas.

O rol de cronistas, nos quais humildemente me incluo, expande imensa competência técnica, criatividade insuspeitada, pois são diversificadas e plurais as abordagens e as autorias das crónicas, o que só pode dar um panorama global de grande interesse para os leitores.

No meu caso, ao longo de mais de um ano tenho tentado construir pequenas crónicas que se imponham pela actualidade dos temas, pela concisão, pelo interesse e relevância das matérias tratadas.

Uma crónica é apenas uma crónica: um texto leve, sugestivo, que suscite a adesão ou a crítica construtiva, não a indiferença ou a apatia. Uma crónica não é um tratado, nem um texto académico, mas sim uma expressão da visão de um autor sobre o quotidiano que o rodeia, que o absorve, que o interpela, e não o deixa descansar enquanto não debita para o papel as suas emoções, as suas visões, as suas revoltas, quantas vezes.

A repercussão dos meus textos publicados na BIRD tem sido a mais favorável, obviamente amplificada pelas partilhas que são feitas das crónicas, por mim próprio e por outras pessoas. Obviamente, quando escrevo um texto, a minha aspiração é que seja lido pelo maior número de pessoas possível. E os meios tecnológicos actualmente à nossa disposição dilatam esse compreensível desejo!…

Enfim, e para não alongar, gostaria de deixar evidenciada a consideração da importância da escrita de crónicas nesta plataforma, apesar de, no meu caso, ainda estar demasiado agarrado à cultura e civilização do papel, do livro ou do jornal. Mas reconheço, sem grande problema, que o futuro passa pelas plataformas digitais e este projecto é mais um passo, louvável passo, nesse sentido!

Por isso, porque o clima aponta nesse sentido, é uma tendência que só pode dar certo!… A revista que está a nascer só pode ser um êxito, para felicidade de todos – o director, os cronistas e os leitores.

Estaremos cá para dar o nosso melhor apoio e a possível colaboração!

Com grande esperança e incontida ansiedade!

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