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LI-BIRD-ADE

 É bom sentirmo-nos em casa, sentir a liberdade e poder expressá-la publicamente. Reside pois, nesta liberdade que ainda só é privilégio de alguns, uma das maiores conquistas levadas a cabo pelos povos, nomeadamente, nas sociedades modernas ocidentais.
Existe contudo, quem acredite que a casa da liberdade e da democracia é aquela onde os políticos, democraticamente eleitos, apregoam os seus interesses fingindo defender os nossos. Mas essa ideia não podia ser mais ilusória já que devíamos entender como espaço de liberdade o local onde os cidadãos têm voz, quer seja nas ruas, ruelas, becos e esquinas, quer seja nas redes sociais ou nos mais insignificantes pasquins. E cabe aos cidadãos em geral, e a cada um de nós em particular, lutar activamente por esse espaço que terá de ser sempre do povo.
Por essa razão devemos exultar todos aqueles que, de acordo com os limites da educação e do bom senso, permitem que nos expressemos das mais variadas formas. Não são precisos cursos superiores, extensos currículos, cunhas ou o rufar dos tambores. O que se pretende é ouvir as pessoas, dar-lhes voz, independentemente da idade, formação ou história de vida. É preciso dar voz às vozes, é preciso chegar ao sentir e beber do mais profundo de cada um, pois é na vivência do povo que reside a verdadeira sabedoria.
E os meios de comunicação estão quase todos eles vedados aos cidadãos, por falta de carteira profissional ou de projecção mediática, como se só tenha algo interessante para transmitir aqueles que, pelas mais variadas razões, alcançaram alguma notoriedade pública.
E a culpa disso é tantas vezes nossa, que corremos atrás de rostos e de nomes que tantas e tantas vezes só emprestam a sua imagem para vender um produto, sem nunca acrestar valor àquilo que se consome.
É por isso que o projeto Bird Magazine é diferenciador, único, inovador e libertador.
Os seus cronistas são oriundos dos mais diversos quadrantes da sociedade portuguesa e todos eles são a voz de um povo que anda amordaçado, esquecido e desmemoriado.
Aqui há liberdade, ninguém define ou formata a opinião de cada um e não existem lápis azuis que constranjam a liberdade que a todos deve assistir.
Isto é a Bird Magazine.
Obrigado Ricardo Pinto!


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