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REDES SOCIAIS E MERCADO DE TRABALHO

O mundo está cada vez mais digital e as redes sociais são uma ferramenta para a nossa vida profissional com cada vez mais empresas a começarem aí a sua seleção de pessoal. É no LinkedIn que as empresas começam a procurar os candidatos ideais. Profissionalmente, é a rede “generalista” mais importante e já supera os 500 milhões de utilizadores. O Facebook é o vencedor incontestado na quantidade de utilizadores, são cerca de 2000 milhões de pessoas que interagem diariamente na rede criada por Mark Zuckerberg. 300 milhões no Twitter, numa rede que só permite mensagens até 280 carateres. Estas são as novas tendências de recrutamento, de olhos postos na nossa pegada virtual.

De facto, redes sociais como o LinkedIn, o Stack Overflow ou o Blue Search, são cada vez mais usadas pelos recursos humanos no que toca a recrutar pessoal. Para muitos especialistas é possível analisar os dados deixados digitalmente, como se contássemos a nosso biografia em capítulos, a nossa pegada digital e que há algoritmos a trabalhar para procurar o perfil ideal num cargo.

Mas, então o que fazer?

Vamos ver algumas dicas.

Quanto maior for a pegada digital melhor, as empresas de recrutamento usam ferramentas que correm todas as redes sociais dos potenciais candidatos e traçam perfis. Se eu não existir, os sinais de alarme soam.

Não ter uma página de Facebook não é bom porque pensam que sou antiquado ou tenho algo a esconder. A página pode estar bloqueada mas tem de existir.

No LinkedIn devo ter a página atualizada, fresca e profissional. É aqui que há a procura de candidatos e é aqui que se pode saber mais sobre a carreira de cada um.

Ter um Twitter demonstra que podemos ter uma capacidade acima da média porque é uma rede que vive do pensamento rápido e inteligente. No Instagram, através de fotos, boas peças criativas mostram que temos algo mais a dar à empresa. Ter um canal de YouTube é infalível para nos apresentarmos ou nos valorizarmos. Veja-se o exemplo da Bumba na Fofinha.

Temos de ter cuidado com o que mostramos em termos de conteúdo que se partilha e a imagem que se quer transmitir. Pensar numa página própria com um portefólio demonstra profissionalismo. É importante mantê-la atualizada, se for para não lhe mexer, então mais vale não criá-la.

Em resumo, temos de existir na web e o conteúdo é muito importante, é o que nos define em relação à pegada digital. Se o que divulgamos é interessante e se relaciona com a nossa atividade maior probabilidade de sermos bem-sucedidos.

É como se cuidássemos de uma marca. A nossa marca!

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