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ALTRUÍSMO E COMPAIXÃO

Quem de nós apresenta estas duas qualidades reunidas? É muito difícil ser-se altruísta e ao mesmo tempo termos compaixão pelos outros menos fortes, não acham?

Ser altruísta é sermos capazes de ver a vida de frente e sentirmos que temos capacidade de resolução dos nossos problemas, sermos líderes mesmo sem o apoio, por vezes, dos outros nas decisões que tomamos, mas não podemos esquecer a compaixão, porque é isso que nos torna melhores pessoas. Temos de ter sensibilidade para percebermos que, muitas vezes, quem está ao nosso lado precisa de compaixão, porque é mais frágil, menos altruísta!

Estamos sempre a ouvir os outros a dizer: “Toma decisões, resolve os teus problemas, vive sem medos, vive de forma altruísta!”, mas nem sempre somos capazes de o fazer.

Altruísta é alguém que não se importa de correr riscos, por um bem maior, exemplo disso e muito atual, foi o treinador que ficou preso na gruta com os seus jogadores, o que ele foi altruísta, mas nunca deixou de ter compaixão pelas crianças e pelas suas famílias. Teve compaixão por quem estava mais frágil, neste caso, os jogadores e os seus familiares.

Uma pessoa altruísta dedica-se aos outros e também é sinónimo de solidariedade, logo de compaixão, é assim um amor ao próximo, o altruísmo não é verificado só nos humanos também se encontra nos animais e um belo exemplo disso são os golfinhos.

 O contrário de altruísta é alguém que é egoísta e que pensa sempre primeiro nele.

Os Psicólogos Clínicos e Psicoterapeutas ensinam os nossos pacientes a terem atitudes altruístas, um dos ensinamentos é dizer ao paciente que tem que ser solidário com as suas emoções, ou seja, respeitar as mesmas e aprender a lidar com elas, para se tornar uma pessoa mais forte e mais autónoma na sua vida emocional.

Muitas vezes o paciente pergunta: “ Será que eu consigo? E o que ganho com isso?” E o psicoterapeuta responde que a sua recompensa é saber lidar com as suas emoções/ações e ver um sorriso no rosto de quem está à sua volta e vê-lo a autoajudar-se.

Por vezes o psicoterapeuta utiliza um altruísmo reciproco, ou seja, ajuda o paciente e sabe que o paciente a médio ou longo prazo vai conseguir “retribuir isso” conseguindo – se ajudar a si próprio.  Aí o psicoterapeuta vê o seu trabalho recompensado com o sucesso do seu paciente.

Seja altruísta, como exemplos que tivemos na Humanidade como Nelson Mandela, Malala Yousafzai, Madre Teresa de Calcutá, entre outros, ou simplesmente seja altruísta e não menos importante, na sua vida em geral, sem esquecer de ter compaixão.


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