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A CRÓNICA QUE NÃO SERIA CRÓNICA

Há vários temas que poderia escolher para tema de crónica…
Ainda pensei escrever sobre a mudança da Cristina Ferreira para a Sic, do ordenado “rochunchudinho” que ela vai receber, mas já li tanta coisa sobre o assunto que acho que não há muito mais a acrescentar. Contudo (porque o que eu acho não é certeza), além de concordar que é um valor excessivo (para quem ganha o ordenado mínimo, então) e que os salários andam muito desequilibrados (veio-me agora à cabeça que a Sic daria um bom governo 😁, não fosse privada e o público rejubilaria – pense nisso, senhor Balsemão).
Concordo, também, que há áreas, fundamentalmente a da saúde, que  careciam de um “upa upa” monetário. Mas, não deixo de sentir uma certa satisfação por uma mulher quebrar a barreira da desigualdade salarial de géneros.
Afinal os misters da bola também ganham balúrdios, o pessoal gasta uns “euritos” generosos para os ver a marcar golos (quando calha) e ainda partem umas cadeiras e tal para acrescentar à despesa e no fim de contas: “eu ‘tô bem, tu também ‘tá bem, todo mundo aqui ‘tá bem… (só mafiosos…).
Portanto, acabei por escrever sobre o que não era para escrever.
Fica  a sugestão de um mantra: “um dia todos teremos salários justos e bondosos com o nosso psicológico”.
E já agora, se o por acaso o Daniel Oliveira algum dia tiver o prazer de ler isto:
– Eu sou um talento por descobrir! 😁

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