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PORTUGAL, VILA REAL E AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

No dia 13 de setembro, decolei do Aeroporto Internacional Tom Jobim, também conhecido como Galeão, no Rio de Janeiro, em direção ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro com uma rápida conexão em Madrid e tendo como destino final a cidade de Vila Real, onde está situada a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Já que essa era a minha primeira vez em solo internacional, a bagagem estava mais pesada devido à ansiedade causada pelas expectativas e incertezas, afinal, tudo era (e seria, deste momento em diante) novidade para este que vos escreve.

A realização de um intercâmbio sempre foi um grande sonho para mim, o qual coloquei como objetivo e cá estamos nós: Já hospedados e com algumas boas impressões sobre Portugal, os Portugueses, Vila Real e seus cidadãos.

Neste ponto gostaria de ressaltar que essas foram as impressões que tive particularmente com base em minha vivência. Logo, gostaria que você, leitor, fique à vontade para formar sua própria lógica com base no que aqui escrevo se assim lhe convir. Indo ao texto…

Não é novidade que muitas regiões do Brasil sofrem uma grave crise de segurança pública, fazendo com que seja necessário que o cidadão honesto esteja atrás de muros e grades para garantir sua segurança e não o contrário, como logicamente deveria ser. Muitas vezes nos privamos até mesmo de nosso próprio direito de circular livremente pela cidade pelos riscos envolvidos. Deste lado do Atlântico, ao menos em Vila Real, tive a sensação oposta. Não há grandes grades ou muros. Pude circular tranquilamente às duas ou três da manhã pelas ruas. Confesso que ainda não me adaptei completamente, mas percebo que talvez eu possa, se assim quiser, dormir com as janelas abertas.

Menos impactante, mas não menos importante, não poderia deixar de falar sobre o respeito no trânsito. Pode parecer trivial, mas chamou minha atenção que, por aqui, em 99% das vezes, a preferência é de fato dos pedestres. Preciso dizer que pude vivenciar realidades similares em alguns locais do Brasil, mas, certamente e infelizmente, não acredito que seja na maior parte do país. Penso que deveríamos importar esse tipo de comportamento para já, mas, por hora, não posso me adaptar a isso, pois muito provavelmente  serei atropelado voltando para o Brasil.  (Rs)

Pude perceber ainda que Portugal é um grande consumidor da cultura brasileira. Ainda no ônibus, em sentido à Vila Real, Gabriel “O Pensador” toca no rádio. Já haviam me dito, mas presenciar é fundamental. Em Portugal, as músicas brasileiras estão por todos os lados. O que é muito bom, afinal, uma voz conhecida faz com que a gente se sinta mais perto de casa. E isso se repetiu por diversas vezes ao longo desta primeira semana: Gusttavo Lima, Mc Kevinho e Anita tomam conta dos clubs e bares.

Resumidamente, as impressões até o momento foram as melhores e vejo que ainda há muito do que se descobrir.  E seguimos descobrindo a cada dia um pouco de Portugal, seu povo e sua cultura.

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