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Cidadania e Sociedade

O PILAR DA JUSTIÇA

Vitor Hugo-ser bom é fácil. O difícil é ser justo”

Óscar Wilde não é justo que alguns homens sejam mais felizes do que outros.

Justo quem age seguindo as normas da moral.”

Na Grécia Antiga a respeito da justiça utilizava-se a expressão Dkaiosyne para representar a personificação de uma integridade moral relacionada ao Estado e aos governos.

Aristóteles defendia um conceito de justiça que levou muitos autores a refletir sobre ele, designadamente os autores de Filosofia do Direito, nomeadamente Michel Villey, em que para este autor, “o direito” seria a correta tradução do grego to dikaion. Aristóteles acrescenta às condições objetivas do justo e do injusto algumas condições subjetivas referentes aquela que sobre a Acão.

Com base nestes conceitos não será difícil reconhecer que o pilar da Justiça é essencial para a estabilização da Paz inerente ao compromisso de uma doutrina humanitária onde o respeito e a estabilidade social se alicerçam no sentido de aperfeiçoar as operações das missões verdadeiramente indispensáveis ao cumprimento do Direito Nacional e Internacional cuja diretiva é exclusivamente desenvolvida por pessoas que acreditam na dignificação da pessoa humana.

Justiça significa exatidão, imparcialidade, integridade, legítimo, merecido, transparência, honestidade, é dar a cada um o que tem direito, o que merece, o que é legítimo que se esta a agir de acordo com as normas da razão.

Se Justiça for considerado um conceito abstrato, não deixa de incluir direito, filosofia, ética, moral e religião que contemplam o respeito pelo direito de terceiros o que implica dar aos outros o que lhes é devido.

Na Grécia a Justiça era representada por uma deusa, Thémis, e mais tarde Dike, que era representada de olhos abertos. Na Roma antiga, a Justiça era representada por uma estátua, com olhos vendados “todos são iguais perante a lei” e todos tem direitos iguais, sendo que a Justiça deve buscar igualdade entre os cidadãos.

Em suma, é imprescindível voltar a colocar o Pilar da Justiça em funcionamento e cumprir todas as regras fundamentais para que os Homens sejam justos, independentemente da sua condição social, politica, religiosa ou “poderosa”, sem esquecer que não existe Cidadania ou Nação, sem que este Pilar seja assegurado e aplicado a todos.

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