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Cidadania e Sociedade

JOSÉ LUÍS GASPAR RESPONDE A CRÍTICAS LANÇADAS PELO PS

JOSÉ LUÍS GASPAR

Depois de na passada terça-feira o Presidente da Distrital do Porto, Manuel Pizarro, ter afirmado que “não é normal que uma câmara (Amarante) tenha de recorrer a um empréstimo para despesas correntes”, acrescentando que se tratava de algo que revela “descontrolo da situação financeira”, isto depois de a maioria PSD/CDS, no atual executivo, ter aprovado um financiamento de curto prazo, até 1,5 milhões de euros, para despesas correntes, esta quinta-feira foi a vez de José Luís Gaspar reagir, publicamente, a estas graves acusações.

O autarca começa por lembrar que em fevereiro de 2013 a dívida camarária era de mais de 10,5 milhões de euros, com Armindo Abreu à frente dos destinos do município. 6 anos depois, há um decréscimo para os 9,8 milhões.

Continuando a apontar números, Gaspar refere que a dívida pode chegar até aos 37 milhões de euros, o que significa que apenas foi atingido 25% do valor a que têm direito.
Face à acusação do partido socialista, “em antecipar capital para pagar salários”, o presidente refere que sente vergonha de tais acusações, até porque a lei não permite que isso seja feito. Aquilo que fez, é um “mero instrumento de gestão”, para que, segundo o próprio, haja fundos disponíveis para o lançamento da obra. A receita é assim antecipada, explica.
Finalizou aludindo às obras concluídas nos seus mandatos: o eixo centro de Vila Meã, as termas de Amarante e a GNR, ainda obras de requalificação nas freguesias, sem esquecer as obras cujo projeto e financiamentos estão aprovados: cinceclube, o Solar de Magalhães e a requalificação das margens do Rio Tâmega, há muito pedida pelos amarantinos.

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