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Cidadania e Sociedade

NÃO PRATIQUES BULLYING CONTIGO PRÓPRIO

Isabel Pinto da Costa

Quem nunca se identificou com um mau trato pessoal? Quem nunca parou de lutar na sua própria vida? Quem nunca desistiu de se amar e gostar de si? De se apreciar? Se isso fosse verdade não existiam os suicídios, a eutanásia, as autoagressões e até mesmo os abandonos pessoais ao ponto de magreza extrema nos atingir ou a tristeza total nos devastar.

Encontrámos casos clínicos em lares, em hospitais e começaram por quadros psicológicos graves de depressão profunda, de perturbações alimentares devastadoras, de autoagressões assustadoras que deram origem mais tarde a situações de neoplasias, por abandono total do nosso corpo físico e psíquico.

Temos que reagir contra as adversidades da vida mal resolvidas, ou as pessoas de autoridade que nos rodeiam e que nos tentam roubar o nosso bem estar psíquico e posteriormente o nosso bem estar físico, como por exemplo, um vizinho mal humorado, um filho adito, um patrão autoritário, um colega de trabalho ou simplesmente uma insatisfação generalizada que nos calhou na própria “lotaria da vida”.

O otimismo, a perspetiva otimista da vida é uma conquista diária que se faz, e pela qual temos de lutar diariamente na construção da nossa personalidade.

Não pratique Bullying com a sua pessoa, já basta aquele que os outros fazem contra nós e que não temos autocontrolo sobre ele em que apenas nos podemos defender.

A vida é muito valiosa e tem que ser apreciada com toda a sua beleza que a ela se reporta, ou seja, a natureza, os animais, as estações do ano, as diferentes etapas do desenvolvimento do ser humano; logo, aprecie as mesmas, faça parte deste universo como um elemento participativo, contando a sua história e não interrompendo a sua história a meio com atos como o suicídio ou ações de Bullying a si próprio.

Tenha amor próprio, melhore a sua autoestima, valorize-se e não se deixe intimidar por aqueles que querem mostrar as suas fragilidades, fazendo com que você exiba um sentimento de medo.

Todos nós valorizámos a vida mais do que julgámos, se não vejamos, deixo uma pergunta no ar. Daria a vida por alguém?

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