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QUANDO TODOS SOMOS UM SÓ

Catherine Pereira 

O mundo encontra-se a travar uma nova batalha com um vírus nunca antes identificado no Ser Humano, conhecido como SARS-COV-2, que originou a doença COVID-19, e que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar o mesmo como uma pandemia.

Vivemos, assim, atualmente, num cenário de emergência de saúde pública mundial, onde não existem países imunes a este vírus, demonstrando-nos que somos, efetivamente, todos iguais.

Sabemos que, perante uma emergência de saúde pública mundial, é fundamental a envolvência de todos os países, num trabalho conjunto, com o objetivo comum de estabilizar a pandemia e, assim, proteger vidas.

Mais do que falarmos na pandemia, até porque a informação diária é imensa, será importante refletirmos sobre esta dimensão humana, onde todos somos só um.

Já sabemos que temos verdadeiros heróis no terreno e que são iguais em todo o mundo: médicos, enfermeiros, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica (de fisioterapia, análises clínicas, radiologia, entre outros), técnicos superiores das várias áreas, assistentes administrativos e operacionais, todos eles, sem exceção.

Convém, no entanto, não nos esquecermos, também, de uma população mundial que se uniu e que perante as medidas implementadas tem respeitado e cumprido, na sua maior parte, o confinamento social para que, assim, possamos sair desta pandemia com a consciência de que tudo foi feito para minorar os riscos.

Importante será, também, lembrar que não é altura de facilitarmos, continuando com o foco no que está certo e no que é melhor para nós e para todos.  É, assim, nosso dever cumprirmos com todas as regras que nos são impostas para desse modo podermos, de certa forma, CUIDAR de todos aqueles que estão na linha da frente contra esta pandemia.

Confesso que estes novos tempos, apesar de complexos, são de uma beleza extrema no que se refere à união e ao respeito demonstrados.

A consciencialização de que todos somos só um, leva-nos a uma reflexão muito profunda em tempos de pandemia: independentemente do país, da sua riqueza e dimensão, somos todos iguais neste mundo.

Na verdade, encontramo-nos perante um cenário de grande dimensão emocional, com experiências diárias de sucesso, mas também de impotência e vulnerabilidade, onde a abordagem das emoções não pode ser descurada.

O despertar para esta realidade é uma oportunidade para o enraizamento da ideia de que temos muito mais em comum do que alguma vez imaginávamos. Não acham?

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