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HISTÓRIA DO CINTO, ACESSÓRIO DE MODA QUE ADORNA O CORPO

Clara Morais 

O cinto é um acessório de moda, que consiste numa tira flexível, geralmente feita de couro ou de tecido resistente, que envolve a cintura, e é usado para segurar as calças ou, simplesmente, como adorno do vestuário.
Uma das pontas do cinto pode terminar com uma fivela, onde é colocada a outra ponta, que geralmente apresenta diversos furos. Existem ainda outros sistemas para unir as pontas, tornando a fivela dispensável.

O cinto é utilizado desde a idade do Bronze, aproximadamente 3.000 anos a.c.

Da segunda metade do século XIX até a Primeira Guerra Mundial, o cinto era usado como peça decorativa, ou fazendo parte dos uniformes militares. Nas Forças Armadas da Prússia, Rússia Czarista e outras nações orientais, o cinto era usado do lado de fora do uniforme para segurar o sabre e para desenhar a cintura, conferindo uma silhueta característica da época: ombros largos e peitoral elevado.

Nos anos 20, os homens passaram a usar o cinto apenas para sustentar as calças.

Na moda feminina o cinto é usado principalmente para definir a silhueta.

Na década de 1850 o cinto era geralmente feito com o mesmo tecido do vestido ou saia. No final do século XIX, por influência da “art nouveau”, os cintos com fivelas decorativas tornaram-se populares e marcavam bem a cintura.

Alguns anos mais tarde, os cintos ficaram mais largos para se adaptarem ao “New Look de Christian Dior”: busto suave, cintura marcada e ancas adornadas com saias amplas de várias camadas, muito popular na década de 50.

As principais tendências:

Anos 60 – cintos de couro, de plástico e de correntes douradas, e houve também uma breve tendência de uma versão do cinto de “cowboy” com fivela grande.

Anos 70 – cintos de estilo masculino geralmente de couro em larguras e modelos diferentes, os modelos de couros vibrantes tiveram especial popularidade. O cinto de argolas criado por Yves Saint Laurent, marcou um grande sucesso nos anos 70.

Anos 80 – A influência dos estilistas japoneses na Moda, durante os anos 80 mostrou muito tecido, drapeado, pregueado, assimétrico, tudo muito amarrado à cintura, com cintos largos ou muitas voltas com cintos longos, enrolados ao corpo.

Anos 90 – Populares os cintos de borracha, plástico, camurça, metal e couro.

Anos 2000 – cintos de vários estilos ( retrô, new look, faixas amarradas, cintos fininhos de verniz) para obter uma cintura alta e bem marcada. A ideia era que, mais importante que o cinto segure a roupa na cintura, é que acessorize o look, tornando-o mais interessante.

Nos dias de hoje, o cinto é um acessório indispensável, e simplesmente porque pode mudar completamente o estilo a qualquer look.

Há cintos de todos os formatos e estilos.

Usado de forma estratégica, o cinto valoriza a roupa e a silhueta de quem o usa.

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