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AUTODESASSEDIALIDADE – JÁ OUVIU FALAR?

Antonieta Dias

Um dos temas da atualidade, que tem provocado muitas polémicas e muitas reflexões espirituais.

Autodesassedialidade pode ser definida como a insistência inconveniente e persistente em relação a alguém, funcionando como um “ataque” espiritual.

Muitas vezes quando nos consciencializamos e pensamos na palavra assédio, a primeira tendência é para a associar “a assédio moral ou sexual” e esquecendo-nos do assédio espiritual, que é muito mais grave.

Este tipo de assédio é tão subtil (espiritual), que uma grande parte das pessoas não consegue aperceber -se que está a ser vítima de assédio espiritual.

Este assédio resulta da interferência dos espíritos sobre os seres humanos que se refletem através do pensamento, sentimentos, atitudes e hábitos.

Muitas vezes são os próprios indivíduos que abrem as portas e janelas a estas influências e começam a projetar energias negativas, criando uma “cunha” de pensamentos permanentes sustentada em ideias fixas, com pensamentos repetitivos, podendo originar uma obsessão, que destrói o equilíbrio emocional, que influencia a inteligência e a decisão.

Podemos interiorizar de uma forma consciente ou não, que existem espíritos encarnados que são violentados por espíritos desencarnados, a que chamamos inseminador oculto, invisível de pensamentos poderosos (guias espirituais negativos, que atuam pelo menos em três campos: emocional, mental e energético, criando influência negativa), que modelam a mente, destruindo os pensamentos altruístas, das pessoas, mesmo naquelas que se consideram evoluídas e não acreditam na influência espiritual.

As pessoas céticas não acreditam em obsessores extrafísicos, e por isso não tomam as providências, necessárias para se autodefenderem, não as combatem porque são ocultas, invisíveis e estão noutro plano.

Assim, ficam incautos, não conseguem desassediarem-se, porque não são crentes, consideram-se inexpugnáveis, mas sobretudo porque não se consciencializam dessa realidade e não atuam para a irradicarem.

Essas pessoas acham-se inacessíveis aos assédios (espirituais), são manipulados mentalmente.

A insatisfação pessoal, a perda de autoconfiança, os vícios, a inveja, o desejo de posse são pensamentos negativos que fazem com que a pessoa fique mais vulnerável à introdução destas energias negativas.

Existem mecanismos e técnicas que nos poderão ajudar a combater os malefícios da autodesassedialidade.

Nos quais incluímos a necessidade de ter pensamentos positivos, iluminados, esclarecidos e uma rusticidade psicológica que consiga eliminar estados, influências ou pensamentos desajustados e inadequados.

Em caso algum se deverão deixar vitimizar ou auto sabotar, mas sim devem colocar todos os meios disponíveis para conseguir obter o equilíbrio emocional e normal.

O método de trabalho a desenvolver será individualizado, sendo que a mente terá de permanecer sempre lúcida, com ideias elevadas, com uma vigilância constante da sua própria consciência, e socializada em pessoas positivas, que reúnam as mesmas características “semelhante atrai semelhante”.

Só assim conseguirão construir o pilar de estabilidade emocional de uma vida serena.

Importa ainda, referir que a consciencialização é o ato de tomar consciência, de ter conhecimento, de entender, de compreender a informação.

É importante perceber que as coisas que acontecem fazem parte da nossa Vida, mas o que cada um de nós dá em troca é da sua responsabilidade.

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