Cidadania e Sociedade

COVID 19- MAIS UM CONFINAMENTO COM SUCESSO DUVIDOSO

Antonieta Dias A permissividade das regras que foram decididas nos festejos do Natal e do Ano Novo, como era previsivel tiveram como consequência a necessidade de voltarmos a repetir mais um confinamento. Obviamente que a gravidade da propagação da infecção e o número elevado de doentes infetados e de mortes por COVID 19, são de tal forma desoladoras que todos sem excepção ficamos com o nosso coração e nossa alma
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O RETRATO DAS ESCOLAS PORTUGUESAS – O FACILITISMO EM TODOS OS DOMÍNIOS

Isabel Madureira Ao longo da minha experiência como professora, já assisti a muitas mudanças operadas nas escolas portuguesas, umas para melhor, outras para pior. Verifica-se que na educação, que a cada mudança de governo, se mude o que até aí esteve em vigor apenas para deixar uma marca que, por vezes, tarda em desaparecer. A educação tem vivido nas últimas décadas uma verdadeira avalanche legislativa, quer no que diz respeito
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«EU NÃO QUERO OS MELHORES PROFESSORES, QUERO OS MAIS FELIZES»

Celmira Macedo - “Eu não quero os melhores professores, quero os mais felizes” - Com esta frase a filha de uma amiga minha deixou-me a pensar durante meses. Tem 9 anos e já percebeu o que muitos de nós, leva uma vida inteira para entender: a importância de sermos felizes naquilo que fazemos. Mas o que levará uma criança a identificar a felicidade no seu professor? Afinal de que massa são
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PROTEJA O SEU CÃO DO FRIO

Susana Ferreira Com as temperaturas baixas que se tem sentido deve ter cuidados com o seu animal de estimação. Se o seu animal fica no exterior de casa, providencie uma casota com isolamento térmico e deixe uma manta ou cobertor para ele se aquecer. Tenha o cuidado de trocar a água e verificar se não se encontra com camada de gelo na superfície. O ideal é manter o animal dentro
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CAUTELA E CALDOS DE GALINHA…

Jorge Nuno Parte II Com novo confinamento geral, ainda mais condicionados, há quem “desligue”, pelo cansaço e desespero… mas será útil continuarmos despertos para a informação. As manchetes ou breves notas de rodapé, nos diversos meios de comunicação, por vezes surpreendem-nos e conduz-nos a reflexão ou, no mínimo, a um simples questionar. «Caos no hospital de Setúbal». «Doente tratado no chão[1] [no hospital de São Bernardo, Setúbal]». «Urgências sem espaço
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BREXIT NA PRÁTICA

Rui Canossa Pela primeira, desde 1995, que foi quando comecei a ser professor de Economia, vou falar aos meus alunos, não de alargamentos da União Europeia, mas de encolhimento, o que não deixa de me confundir um pouco. A minha geração habituou-se à ideia de uma Europa forte a partir da cooperação económica e social, em solidariedade, em construção em aprofundamento em comum que levou a União Europeia ao maior
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RE|PENSAR O ESPAÇO PÚBLICO

Mateus Oliveira O ano que agora findou transformou, de forma tão drástica quão imediata, a nossa relação com os espaços. As vivências no espaço exterior ficaram fortemente condicionadas e fomos “obrigados” a repensar e redefinir a relação com a nossa casa [uma reflexão que me exijo fazer, com o tempo e o estudo que merece]. Percebemos que ter um quintal, um pequeno logradouro ou até uma varanda passou a ser
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COM A OBSESSÃO DO HUMANISMO, NÃO SEJAMOS DESUMANOS

Ana Marinho Soares A distância social é segurança, é a forma cívica de mostrarmos sem ser por palavras “eu preocupo-me contigo”, mas quando extremamente exagerada pode fazer sentido só no reino da solidão. São já alguns os discursos de lamúria de idosos que se repetem no meio das consultas. Dizem-me que não vêem os filhos e/ou os netos desde o início da pandemia. Em todos os casos referem ser o
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CAUTELA E CALDOS DE GALINHA…

Jorge Nuno Parte I Provavelmente menos dispersos, pela redução drástica de saídas para o exterior, agora em casa, algo condicionados, talvez fiquemos mais despertos para as notícias. As manchetes ou breves notas de rodapé, nos diversos meios de comunicação, por vezes surpreendem-nos e conduz-nos a reflexão ou, no mínimo, a um simples questionar. Proliferam frases descontextualizadas, notícias falsas e outras, que procuram cativar a atenção, ou desviar atenções. Os meios
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RECUSAR O PAGAMENTO DA QUOTA DO CONDOMÍNIO

Luís Teixeira Muitos dos problemas nos condomínios passam pela morosa resolução dos problemas por parte da administração de condomínios, e a consequente degradação das situações e condições de habitabilidade dos condóminos. A pergunta mais badalada, e que impulsivamente todos os condóminos fazem, centra-se na possibilidade de poderem deixar de pagar a quota do condomínio quando efetivamente o administrador não toma as devidas ações de forma a resolver os problemas das