Cidadania e Sociedade

INFINITAMENTE INFINITO

Quando o frio surgiu, não havia ponta por onde pegar. A braseira repuxava o frio contra o tecto, o calor amainava o ânimo, mas ainda assim havia a esperança inocente de quem tenta ver no nada o infinitamente infinito. O cheiro a rabanadas era complementado com o barulho do refugar na frigideira, o pousar dos pratos no mármore manchado e o arrastar da mesa para tirar um banco e pendurar,
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ADOÇÃO RESPONSÁVEL COMO PRENDA DE NATAL

Com o Natal aumentam exponencialmente as vendas de animais. Escolhe-se a espécie, raça, cor, género, entre outras características. Todos querem um animal perfeito para oferecer. Mas será que um animal deveria ser um presente? Adquirir um animal é um compromisso por longos anos. Compromisso esse, que implica abdicar de algumas coisas, fazer mudanças em casa, mudar muitas vezes mentalidades, arranjar tempo para lhes dedicar, que hoje em dia é tão
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2018 – MENOS UM ANO

Após as festas do Natal, onde apesar do materialismo, coexiste algum espírito de fraternidade e solidariedade, chegam rapidamente as festas do final do ano, segundo o calendário Gregoriano que Portugal rapidamente adotou em 1582. Estas são infelizmente caracterizadas pelos excessos da bebida, e quem sabe de outras substâncias, das velocidades e de comportamentos inadequados …! Para muitos a ilusão dos sinais exteriores de alegria, servem apenas para esquecer e esconder
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O PODER DO NATAL

Todos os anos, sempre que chega o mês de dezembro começa a contagem decrescente para as épocas festivas. Apesar dos 31 dias que fazem parte de todo o mês de dezembro, este parece resumir-se ao dia 25, não fosse ele tão famosamente aclamado como o mês do Natal. Desde crianças que fomos habituados a esperar pelo último mês do ano e a sonhar com o Natal, nem que fosse pela
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AS CICATRIZES DA «INCÚRIA» E IRRESPONSABILIDADE DO ESTADO

"Se isto voltar a acontecer é sinal que não aprendemos nada com isto". "É uma ferida que vai ficar aberta durante muitos anos, não só para mim, mas para os meus colegas". "Basta! isto não pode voltar a acontecer". Rui Rosinha - Bombeiro O testemunho do bombeiro Rui Rosinha, no passado dia 16 de dezembro, num especial informação na SIC /Notícias, (que conta a história de 10 das 120 vítimas
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O PRESENTE DE NATAL: O PASSADO E O FUTURO

Natal. Não gosto de ti porque todos falam de ti. Quando todos falam do mesmo, alguém vê uma oportunidade de negócio e vende o produto. Esvazia-se o sentido para tornar a coisa mais leve e envolve-se em papel lustroso. Ninguém gosta de coisas pesadas, com demasiado conteúdo, são aborrecidas e não têm uma função imediata. Vai que alguém compra. Sucesso! E vai que alguém compra outro, 2, 3, 4, para
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FAZER PARTE DE UMA ORGANIZAÇÃO SOCIAL É… AMAR!

Em virtude dos factos recentes acontecidos com uma importante organização social em Portugal, gostava de dedicar algumas palavras ao tema. Hoje, a fazer uma pesquisa (como faço frequentemente) de projetos de organizações sociais, percebi algumas coisas que estão implícitas ao nosso trabalho, mas que não são ditas. Uma delas é o AMOR com que trabalhamos por aquilo que acreditamos. Na verdade, depois de procurar igualmente em bancos de imagens pela
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DEIXEMOS ENTRAR A MAGIA

Pululam casos sensacionalistas, felizmente, com tendência para a descoberta da verdade. No futebol, em vez do jogo jogado, rola a “bola” dos e-mails, em turbilhão, com inúmeros gigabytes, a revelar uma sucessão de escândalos e a fazer movimentar a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da Polícia Judiciária, a exigir trabalho extra. Dois comandantes de bombeiros a serem constituídos arguidos, no caso dos fatídicos incêndios de Pedrógão Grande, indiciados de
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E ENTÃO É NATAL

Foram-se os dias quentes e secos. As folhas das árvores, já coloriram nos tons outonais e formaram autênticos tapetes multicores pelos jardins e passeios da cidade, também o seu aroma adocicado nos transportou ao longo dos tempos. Nos trouxe saudades imemoráveis. Chegou o tempo de se renovar o guarda-roupa: peças mais quentes são imprescindíveis… e os guarda-chuvas são impossíveis de esquecer! Ouve-se o uivar do vento na copa das árvores
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QUASE, QUASE O NATAL

Sou fã incondicional do NATAL!!! Gosto do Natal... gosto do cheirinho ao Natal... gosto do barulho do Natal... gosto das luzes de Natal... Gosto do Natal, ponto. Digam (e com verdade, talvez) que poderá ser um tempo de consumismo, de superficialidade... digam, e eu até posso concordar com algumas coisas, mas continuo a gostar do Natal. Gosto do Natal e até das rabanadas e filhós aprendi a gostar :-) No