Cidadania e Sociedade

E ENTÃO É NATAL

Foram-se os dias quentes e secos. As folhas das árvores, já coloriram nos tons outonais e formaram autênticos tapetes multicores pelos jardins e passeios da cidade, também o seu aroma adocicado nos transportou ao longo dos tempos. Nos trouxe saudades imemoráveis. Chegou o tempo de se renovar o guarda-roupa: peças mais quentes são imprescindíveis… e os guarda-chuvas são impossíveis de esquecer! Ouve-se o uivar do vento na copa das árvores
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QUASE, QUASE O NATAL

Sou fã incondicional do NATAL!!! Gosto do Natal... gosto do cheirinho ao Natal... gosto do barulho do Natal... gosto das luzes de Natal... Gosto do Natal, ponto. Digam (e com verdade, talvez) que poderá ser um tempo de consumismo, de superficialidade... digam, e eu até posso concordar com algumas coisas, mas continuo a gostar do Natal. Gosto do Natal e até das rabanadas e filhós aprendi a gostar :-) No
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O MEU NATAL!

O meu Natal não tem idade. Nele cabe, feliz, a infância que tive, rural, transparente e pura, como os regatos cristalinos onde se bebia a liberdade. Ou as ânsias de trepar às árvores à cata dos ninhos. Como cabe o pai de família que hoje se preocupa com as dores do mundo e o futuro dos seus filhos e da sua mais que tudo. No meu Natal tem lugar cativo
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ABISMO (OU DE COMO CUMPRIMOS DESEJOS DENTRO DO ABISMO)

        Pieta(detalhe), de William Bouguereau.  Dedico à Filomena Teixeira, mãe do Rui Pedro.   Era um desejo que eu trazia cá por dentro que quase me pareceu impossível de cumprir. Era um desejo em forma de vontade, que nem chegava talvez a assemelhar-se a uma ambição. Era simples, pequenino, despretensioso, mas que, ainda assim, me pareceu quase impossível de concretizar. Durou mais de um ano, essa vontade.